Perguntas Frequentes


Sorocaba cresceu e a Avenida Dom Aguirre já opera no limite, gerando congestionamentos e atrasos. A Marginal Direita vai ajudar a distribuir melhor o fluxo de veículos, tornando o trânsito mais rápido, seguro e menos sobrecarregado.
A Marginal Direita será construída entre a Alameda Batatais (prolongamento da Av. XV de Agosto) e a Rua Saliba Mota.
A obra vai melhorar o fluxo de veículos e aumentar a segurança para motoristas, ciclistas e pedestres. Também serão instaladas calçadas, ciclovia, iluminação em LED, sistema de drenagem, além da melhoria de acesso aos comércios e serviços da região, valorizando o entorno.
Para conciliar a execução da obra com os cuidados ambientais, sua execução conta com um Plano de Gestão Socioambiental (PGSA), que reúne programas voltados ao cumprimento da legislação e ao padrão de qualidade ambiental da intervenção. Um dos principais instrumentos desse plano é o Projeto de Recuperação de Áreas Degradadas, que orienta os plantios compensatórios pela supressão de vegetação. Ao longo da obra, serão restauradas áreas com mudas nativas, reforçada a drenagem para evitar erosões e adotadas técnicas de contenção de taludes de menor impacto sobre as margens do rio. O projeto também prevê preservar árvores sempre que possível e promover ações de educação ambiental. Além disso, parte da recomposição vegetal integrará o corredor verde do Sistema de Parques Norte-Sul do Rio Sorocaba.
Sim. Ela cria uma rota adicional para quem cruza a cidade, descongestionando a Dom Aguirre e encurtando o tempo de deslocamento, especialmente entre as zonas Leste e Norte.
Os estudos técnicos avaliaram rotas e soluções possíveis. O traçado atual foi escolhido por equilibrar mobilidade, segurança e menor impacto ambiental, evitando ao máximo áreas sensíveis e desapropriações.
Sim. A Marginal Direita está prevista como ligação viária estratégica no Plano Diretor Físico Territorial Sustentável, integrando o sistema de mobilidade planejado para a cidade.
Apesar dos ajustes realizados no projeto para reduzir ao máximo a supressão de árvores, serão removidos 7,6 hectares de vegetação. A remoção desta cobertura vegetal será compensada a partir do plantio de mudas nativas totalizando uma área equivalente a 43,9 hectares.
Sim. O trânsito de maquinários e pessoas na frente de obra e a supressão de vegetação são fatores que podem configurar fonte de perturbação à fauna local. Para reduzir este impacto, é previsto no Programa de Conservação de Fauna e Flora, em que a gestão contempla etapas de afugentamento de fauna e manejo de ninhos e colmeias, antes do início das obras, permitindo a migração segura dos animais para áreas fora do trecho de intervenção. Também são contempladas no programa, ações de resgate, recuperação e soltura de animais silvestres ao longo da execução da obra. Como medidas complementares, o projeto também prevê a instalação de passagens de fauna, ajustes de traçado e adaptações em estruturas para facilitar a circulação dos animais, além de recompor a vegetação com espécies adequadas ao habitat local.
A intervenção prevê a compensação ambiental por meio da recuperação de 42 hectares de vegetação nativa, sendo 7,46 hectares recompostos às margens do Rio Sorocaba, adjacentes ao trecho impactado, por meio do plantio de mais de 12 mil mudas de espécies nativas locais.Trechos da área restaurada irão integrar o corredor verde do Sistema de Parques Norte-Sul, conectando parques e áreas verdes do município.
Serão adotadas barreiras e técnicas de engenharia para evitar que sedimentos cheguem ao rio, além de reforço nas estruturas de drenagem e estabilização de taludes para diminuir processos erosivos. Ainda, serão realizadas campanhas periódicas de monitoramento da qualidade das águas antes, durante e após a realização da obra, a fim de verificar se as medidas de contenção estão adequadas para garantir a manutenção da qualidade das águas do Rio Sorocaba.
Os plantios compensatórios integram o Programa de Supressão de Vegetação e Biodiversidade e seguem as diretrizes de um Projeto de Recuperação de Áreas Degradadas elaborado por equipe técnica especializada. Na elaboração desse projeto, são identificadas áreas do município com relevância ambiental e condições adequadas. Em seguida, é definida a quantidade necessária de mudas e selecionadas as espécies mais apropriadas para a recomposição da área. O projeto também estabelece toda a metodologia de execução: preparo do solo, manejo e aclimatação das mudas, técnicas de plantio e as etapas de manutenção até a efetiva adaptação e desenvolvimento das espécies no local.
A recomposição será realizada ao longo das margens do Rio Sorocaba e em áreas próximas ao traçado da via, integrando o corredor verde do Sistema de Parques Norte-Sul.
Sim. O PGSA prevê atividades de educação ambiental e ações com moradores, escolas e organizações locais, estimulando o cuidado coletivo com o entorno do rio.
Sim. A conexão entre parques e áreas verdes cria um corredor ambiental contínuo que pode ser acessado por meio dos próprios parques, oferecendo espaços de lazer, caminhada e contato com a natureza.
Serão usadas soluções de menor impacto, como gabiões, drenagem reforçada, revegetação dos taludes e estabilização do solo com espécies nativas. Essas técnicas ajudam a reduzir erosão, proteger as margens e manter o ambiente mais estável.
No trecho da Rua Saliba Motta, entre as ruas Padre Madureira e Gustavo Monteiro Filho, haverá interdições temporárias, com o tráfego sendo redirecionado para vias adjacentes. As alterações contarão com sinalização adequada e orientação da Secretaria de Mobilidade Urbana (SEMOB). Nos demais trechos da obra não estão previstas interdições, por se tratarem de áreas isoladas, sem interferência direta no tráfego local.
O projeto contempla a implantação de ciclovia em todo o trecho de obras, mantendo a sua localização as margens do Rio Sorocaba.
A nova via beneficiará diretamente os bairros localizados em sua área de influência, especialmente: Jardim Cruzeiro do Sul, Jardim Mathilde, Jardim Isafer e Jardim Saira.
No trecho da Rua Saliba Motta, entre as ruas Padre Madureira e Gustavo Monteiro Filho, as travessias de pedestres serão temporariamente reorganizadas, com direcionamento para vias próximas, contando com sinalização adequada e placas informativas, garantindo a segurança e a orientação dos usuários durante o período das obras. Para a conclusão da obra, será implantado um projeto definitivo de sinalização, desenvolvido em conformidade com as normas vigentes e aprovado pelo órgão responsável (SEMOB/Urbes), assegurando a mobilidade e a segurança dos pedestres.
O projeto foi desenvolvido com base em critérios técnicos e estudos de engenharia que visam prevenir riscos de desabamentos ou instabilidade do solo, contando ainda com acompanhamento técnico permanente durante a execução.
O projeto levou em consideração as características hidrológicas locais, incluindo áreas sujeitas a enchentes, com base em levantamentos e estudos técnicos, de forma a garantir a segurança da infraestrutura e da população.
Estão sendo realizados estudos técnicos e a elaboração de projetos futuros voltados à mitigação dos impactos de alagamentos, com foco na melhoria do sistema de drenagem e na adoção de soluções adequadas às características da área.
As atividades podem gerar, de forma temporária, aumento de ruídos e poeira. No entanto, serão adotadas medidas mitigadoras, como controle de horários de trabalho, umidificação do solo e outras ações voltadas à redução de impactos à vizinhança.
O prazo estimado para a execução da obra é de 18 meses.
Durante a execução da obra, haverá interferências pontuais no trecho da Rua Saliba Motta, entre as ruas Padre Madureira e Gustavo Monteiro Filho, o que poderá afetar temporariamente os comércios locais. Para reduzir os possíveis transtornos, serão adotadas medidas previstas nos planos de Comunicação e de Tráfego a fim de mitigar impactos e conciliar a realização da obra com as dinâmicas e especificidades locais.
Para a execução da obra, são necessárias desapropriações em trechos específicos. O processo está sendo conduzido em conformidade com a Lei/Decreto de Desapropriações e demais normas aplicáveis, com comunicação prévia à população afetada.
O andamento da obra poderá ser acompanhado por meio dos canais oficiais da Prefeitura, incluindo o site institucional, garantindo transparência e acesso contínuo às informações sobre o cronograma e etapas de execução.
A população poderá encaminhar dúvidas, sugestões ou reclamações por meio dos canais disponibilizados pela Prefeitura, incluindo telefone (Central de atendimento), e-mail, whatsapp, plataformas digitais, com respostas organizadas e acompanhamento sistemático das demandas.
Os relatórios ambientais existentes e elaborados durante a execução da obra estão disponibilizados junto ao Processo de Licenciamento Ambiental na Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (CETESB) e por meio de canais oficiais da Prefeitura, assegurando transparência e acompanhamento das medidas de mitigação de impactos ambientais.
O cumprimento das normas ambientais é fiscalizado pelos órgãos ambientais e de controle, em parceria com a equipe técnica da Prefeitura. Esse acompanhamento garante que todas as atividades estejam em conformidade com a legislação vigente, incluindo medidas de mitigação de impactos e monitoramento contínuo dos aspectos ambientais.
Parte da compensação ambiental referente à implantação do prolongamento da Alameda Batataes será realizada às margens do Rio Sorocaba, integrando o chamado Sistema de Parques Norte-Sul. É prevista a recuperação de 7,46 hectares nas adjacências da obra, totalizando um plantio de mais de 12 mil mudas de espécies nativas.
Sim. Com a implantação do corredor verde e a consolidação do Sistema de Parques Norte–Sul, são previstos benefícios diretos não apenas para os moradores da região, mas para toda a população sorocabana. Além de promover o aumento da sensação de bem-estar, a iniciativa contribuirá para a melhoria da qualidade do ar, a mitigação das ilhas de calor e a redução dos níveis de ruído. Ainda, são esperados ganhos significativos, uma vez que a criação do corredor verde, ao conectar parques, áreas verdes e unidades de conservação, favorecerá o fluxo gênico da fauna e da flora.
Sim. Com o prolongamento da Alameda Batataes, é prevista também a complementação da malha cicloviária da região, com instalação de mobiliário urbano, iluminação pública e passeios, incentivando a prática de atividades físicas e a ocupação dos espaços urbanos. Além disso, a intervenção promoverá a ligação do Parque das Águas, Parque Porto das Águas e Jardim Botânico, criando o chamado Parque Metropolitano.
A obra da Marginal Direita do Rio Sorocaba está orçada em aproximadamente R$ 33 milhões no contrato de execução. Ela será executada por meio de financiamento internacional, especificamente com recursos do Banco de Desenvolvimento da América Latina e Caribe (CAF), como parte do Programa Mobilidade Total.